Reprodução/São Paulo Twitter
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Crespo chega ao Brasil para assinar contrato de 2 anos e começar a trabalhar na análise do elenco

Treinador argentino só deve fazer sua estreia oficial no comando do time no Paulistão, no fim do mês

Felipe Rosa Mendes, Estadão Conteúdo

16 de fevereiro de 2021 | 12h38

O técnico argentino Hernán Crespo enfim desembarcou na capital paulista nesta terça-feira. O novo treinador do São Paulo vai assinar contrato até dezembro de 2022 e conhecer parte da estrutura do clube brasileiro. Crespo só deve fazer sua estreia oficial no comando do time no Paulistão, no fim do mês.

Crespo chegou ao Brasil pela manhã. E foi logo cercado por jornalistas. Sem se estender, ele respondeu rápidas perguntas. "Estou contente. Sempre com muitas expectativas", afirmou o treinador, um pouco incomodado com o assédio.

Questionado sobre o jejum de títulos do São Paulo, que não vence um campeonato desde 2012, com o título da Copa Sul-Americana, ele evitou se estender: "É uma bela e grande responsabilidade". Havia muito mais jornalistas do que torcedores esperando o novo treinador são-paulino.

Pela programação inicial do clube, Crespo vai conhecer inicialmente o estádio do Morumbi, onde assinará o contrato. Deve almoçar no local. Em seguida, o treinador vai conhecer as instalações do clube em Cotia, cidade vizinha à capital, onde treinam os times da base.

Substituto de Fernando Diniz, Crespo terá mais cinco membros de sua comissão contratados pelo São Paulo. Seu auxiliar é Juan Branda. Ele traz ainda para o Brasil um preparador de goleiros, dois profissionais da área física (Alejandro Kolan e Gustavo Satto) e mais um técnico de desempenho. O valor mensal da comissão será de R$ 1 milhão. O argentino terá ao seu lado Muricy Ramalho, agora coordenador de futebol.

Aos 45 anos, Crespo é um jovem treinador com menos de cem jogos no currículo. Atacante de carreira extensa por clubes italianos e pela seleção argentina, começou a carreira de técnico nesse mesmo país nas categorias de base do Parma. Depois passou pelo modesto Modena, Banfield e pelo Defensa Y Justicia, seu último clube, pelo qual foi campeão da Copa Sul-Americana.

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