Rubens Chiri/São Paulo FC
Rubens Chiri/São Paulo FC

Crespo espera que vitória no sufoco sirva para São Paulo resgatar bom momento

Triunfo sobre o Bahia marca a primeira vez desde maio que o clube do Morumbi venceu duas partidas seguidas

Redação, Estadão Conteúdo

11 de julho de 2021 | 10h50

Desde maio, quando bateu Palmeiras e Sporting Cristal, que o São Paulo não ganhava dois jogos seguidos. Quebrou a marca negativa no sufoco, neste sábado, ao fazer 1 a 0 no Bahia nos acréscimos. Hernán Crespo vibrou muito com o resultado e acredita que ele será importante para o time resgatar o bom momento do início da temporada.

Neste terça-feira o São Paulo enfrenta o Racing, pela rodada de ida das oitavas de final da Copa Libertadores, no Morumbi, e Crespo espera que a equipe consiga jogar com mais tranquilidade para fazer novamente um bom resultado. Fora da zona de queda do Brasileirão após bater Internacional e Bahia, a esperança é que o time jogue sem tanta pressão e nervosismo.

"Tudo com uma vitória fica mais fácil. Precisávamos dela para dar normalidade à sequência do nosso trabalho, dar tranquilidade aos atletas para trabalhar do jeito normal. Tudo está voltando à normalidade", festejou Crespo.

O próprio treinador se via nas cordas após início ruim no Brasileirão e não escondia a tensão neste sábado. Após muitas caretas e lamentos, ele extravasou no fim, com punhos cerrados, festejando muito o resultado positivo com gol de Liziero. Aproveitou para defender Vitor Bueno e Pablo e festejar a boa estreia do jovem Marquinhos.

"Estou muito contente com a estreia do Marquinhos, acredito que Talles jogou um grande jogo, e tudo fica mais fácil com a vitória. O time teve realmente uma grande identidade, talvez tenha faltado finalização, mas acreditamos sempre em nosso trabalho", enfatizou, antes de sair em defesa dos criticados atacantes.

"Eu acho que Pablo e Vitor Bueno são grandes jogadores, talvez não tiveram as oportunidades corretas, mas está voltando tudo à normalidade de trabalho", disse, sem esconder a luta para armar o time com desfalques importantes e sem tempo.

"O processo é difícil, porque não há tempo para treinar. Muitas vezes devemos criar situações novas durante o jogo, mas o elenco me passa confiança para tentar e acreditar neles. Temos atletas que podem se tornar grandes jogadores."

Miranda, Luciano e Rigoni estão machucados, Eder sobrecarregado fisicamente, e Daniel Alves com a seleção olímpica. Fechar a escalação vem sendo um quebra-cabeças ao treinador, mas ele acredita que o por já passou.

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