Criciúma é violento, diz Adãozinho

O volante Adãozinho, que se queixa de dores na perna direita, mas deve defender o Palmeiras quarta-feira, afirmou estar temeroso com a violência do Criciúma, adversário na Copa do Brasil. De acordo com o jogador, o problema na perna direita só surgiu por causa de uma "entrada maldosa do lateral-esquerdo (Luciano Almeida) do Criciúma", no confronto da semana passada, em Santa Catarina. "O time deles é violento", comentou. Adãozinho teme que a situação se repita no Palestra Itália. "É o estilo duro do futebol do sul. O técnico deles (Edson Valandro) pediu aos jogadores que tirassem nosso espaço, só que eles quase tiraram nossa perna." O palmeirense lembra, no entanto, que situações como a que viveu em Criciúma são normais no futebol. Comentou que já trabalhou com muitos técnicos que "mandam bater", mas preferiu não citar nomes. Fez questão de dizer que Jair Picerni não é um deles. O treinador estranhou as declarações de Adãozinho, mas concordou que o rival da Copa do Brasil "joga duro". Para o duelo de quarta-feira, Picerni não poderá contar com o goleiro Marcos, que está com a seleção brasileira. Sérgio será o substituto. O lateral-direito Neném, com problemas estomacais, não treinou hoje e pode perder o lugar para Pedro. O lateral-esquerdo Marquinhos, com dores musculares, também pode desfalcar o Palmeiras. Apesar do golaço que fez na quarta-feira, o meia Zinho deve ficar no banco.Virada de mesa - O presidente Mustafá Contursi havia dito a conselheiros que apresentaria, no sábado passado, a carta que tem na manga para conseguir a virada de mesa. Trata-se de um jogador de um clube grande que atuou no Brasileiro do ano passado em situação irregular. Mas, até agora, não apresentou nada ao Conselho. A comissão técnica palmeirense não leva em conta mais a possibilidade de o time disputar a Série A e já faz o planejamento para a Segunda Divisão. Picerni espera, até o fim da semana, a contratação de pelo menos um reforço. De sua lista, um já foi descartado por Mustafá, o zagueiro Dininho, do São Caetano.

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