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Crise econômica faz Magnum solicitar suspensão de repasse mensal ao Guarani

Depósito mensal realizado pela empresa de Roberto Graziano é de R$ 350 mil

Redação, Estadao Conteudo

21 de maio de 2020 | 18h40

Em tempos de crise econômica, o Guarani tem novo problema para resolver. No início de maio, a Magnum, responsável por arrematar o Brinco de Ouro da Princesa em 2014, solicitou à Justiça do Trabalho o desconto das parcelas pelos próximos três meses. O depósito mensal realizada pela empresa de Roberto Graziano é de R$ 350 mil, mas 20% é retido na fonte para pagamento do passivo trabalhista.

O montante é fundamental para o clube campineiro arcar com os compromissos de funcionários e elenco profissional, além das cotas de transmissão do Campeonato Paulista.

"Durante a gestão do Horley (Senna), com acesso da Série C à Série B, foi feito um aporte maior para que o clube subisse. Foi assinado um documento na época. A qualquer momento, a MMG poderia descontar essas parcelas que investiu a mais. Na gestão já do Palmeron, foram abatidas cinco parcelas dessas dez antecipadas", declarou o presidente Ricardo Miguel Moisés, em entrevista à Rádio Bandeirantes de Campinas.

"Neste momento de dificuldade, o nosso parceiro pediu a suspensão dos pagamentos. Aí o juiz do Tribunal Regional do Trabalho, Dr. Rafael (de Almeida Martins) pediu para que fossem juntados alguns comprovantes referentes à antecipação no processo. O Guarani foi intimado na segunda-feira para se manifestar. Então nesta quarta iniciou-se o prazo de cinco dias úteis para manifestação", acrescentou o cartola.

Nos bastidores, o Guarani trabalha para tentar manter parcela da contribuição mensal para não trazer mais prejuízos ao orçamento.

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