Cesar Greco/Agência Palmeiras
Cesar Greco/Agência Palmeiras

Cristaldo decide ficar no Palmeiras e quer aprender com Barrios

Atacante curte boa fase e desiste de procurar outro clube para jogar

Daniel Batista, O Estado de S.Paulo

10 de julho de 2015 | 11h00

Artilheiro do Palmeiras na temporada, o atacante Cristaldo vive seu melhor momento no clube. Após pedidos da torcida, o técnico Marcelo Oliveira o colocou na partida contra o Avaí e o argentino mais uma vez marcou o seu, chegando ao 12º gol na temporada. Após pedir publicamente para deixar o Palmeiras, o atacante assegura que mudou de ideia e gora quer lutar por seu espaço e aprender com os reforços que estão chegando, como Barrios.

“Falei com meu empresário e não quero mais saber disso (de sair do Palmeiras). Estou 100% concentrado aqui. Se chegar uma proposta, ele trará ao clube para solucionar as coisas. Eu me encontro 100% no Palmeiras”, avisou o argentino., que tem sido reverenciado pela torcida no Allianz Parque toda vez que entra em campo. Dois motivos foram fundamentais para Cristaldo mudar de ideia. Se antes, as chegadas de Alecsandro e Lucas Barrios eram um problema, pois ele perderia espaço, agora ele espera aproveitar para aprender com os dois companheiros mais experientes.

“É muito bom, porque vamos brigar por posição no ataque e também vou evoluir bastante. Ter jogador como o Barrios, o Alecsandro e o próprio Leandro (Pereira), que está jogando muito bem, me beneficia bastante porque vou crescer com eles. Vou aprender muito e o maior beneficiado será o Palmeiras”, analisou. Outro ponto determinante para Cristaldo decidir ficar é o apoio da torcida. Hoje, Cristaldo é um dos atletas mais queridos pelos torcedores, que em todos os jogos pedem sua entrada e seu nome é o mais ovacionado no momento da escalação.

“Não tenho palavras para descrever a emoção que sinto cada vez que o torcedor do Palmeiras grita o meu nome. Entro em campo pensando muito mais no positivo e com vontade de retribuir o carinho que eles me dão, porque são torcedores que vão ao estádio, pagam ingresso, vêm de longe, alguns deixam a família em casa e ainda encaram esse frio. Temos de fazer com que eles voltem para casa felizes”.

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