Marco Bertorello/AFP
Marco Bertorello/AFP

Cristiano Ronaldo volta a Turim após quase dois meses de confinamento

Craque viajou em um avião particular da ilha da Madeira e agora terá que passar duas semanas em quarentena

AFP, O Estado de S.Paulo

04 de maio de 2020 | 22h32

O craque Cristiano Ronaldo, da Juventus, voltou à Itália nesta segunda-feira depois de quase dois meses confinado em seu país natal, Portugal, devido à pandemia do novo coronavírus.

Ronaldo e sua família desembarcaram no aeroporto de Turim depois das 20h20 locais (17h20 de Brasília), de acordo com a imprensa italiana. O cinco vezes vencedor da Bola de Ouro viajou em um avião particular da ilha da Madeira e agora terá que passar duas semanas em quarentena.

O atacante de 35 anos jogou pela última vez com a Juventus em uma vitória por 2 a 0 sobre a Inter de Milão na Serie A em 8 de março e já sem público no Estádio da Juventus, um dia antes da suspensão do campeonato devido ao avanço da pandemia, que matou mais de 27.000 pessoas na Itália, um dos países mais afetados pela covid-19.

Ronaldo voou para a Madeira após a partida contra a Inter para ficar perto de sua mãe Dolores, que havia sofrido um derrame. A Juventus, líder da Serie A com um ponto sobre a Lazio no momento da suspensão, pediu aos jogadores estrangeiros que retornassem ao país com a ideia de retomar o treinamento individual a partir desta segunda-feira, embora no momento não haja datas para a eventual retomada do campeonato.

Nesta segunda-feira, o clube submeteu vários de seus jogadores a exames médicos, como Federico Bernardeschi, Juan Cuadrado, Carlo Pinsoglio, Leonardo Bonucci e Aaron Ramsey.

O clube aguarda a chegada iminente do holandês Matthijs de Ligt e do francês Blaise Matuidi, que devem retornar de seu país depois de terem superado o vírus. Em vez disso, o argentino Gonzalo Higuaín ainda está em seu país, para visitar sua mãe, que está doente.

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.