Criticado, Narciso não deve ser efetivado no Palmeiras

Na estreia forçada como técnico interino do Palmeiras, Narciso foi engolido pela crise do time, 19º colocado do Brasileiro com 20 pontos, oito a menos do que o Flamengo, primeira equipe fora da zona do rebaixamento.

PAULO GALDIERI, Agência Estado

17 de setembro de 2012 | 10h02

Chamado de "burro" pela torcida durante a derrota por 2 a 0 para o Corinthians, no último domingo, no Pacaembu, o treinador disse que não recebeu sinal algum da diretoria sobre o que vai acontecer com ele e nem se estará no banco de reservas, mesmo que novamente como interino, contra o Figueirense, sábado, em Florianópolis, pela 26.ª rodada do Campeonato Brasileiro.

"O (Arnaldo) Tirone (presidente) não falou nada se vou continuar ou não. Mas na reapresentação do elenco eu tenho de estar presente porque se chegar o novo treinador eu tenho que passar as informações para ele", disse o comandante.

Para Narciso, o Palmeiras jogou melhor, mas pecou pela falta de calma no clássico diante dos corintianos. "Se não tiver tranquilidade, jogador começa a perder confiança e a se esconder no jogo e é tudo o que a gente não quer neste momento", completou.

Após anunciar a demissão de Luiz Felipe Scolari na última quinta-feira, a diretoria do Palmeiras pretende definir o mais rápido possível o nome do novo treinador. Quem ganha força como candidato é Gilson Kleina, da Ponte Preta. O técnico é considerado experiente e ao mesmo tempo é uma "cara nova" e cuja contratação parece mais fácil do que a de outros treinadores do mercado.

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