Cruzeiro minimiza rumores e garante já negociar renovação com Fábio

A diretoria do Cruzeiro está confiante de que o goleiro Fábio não vai deixar o clube tão cedo. O diretor de futebol da equipe mineira, Isaías Tinoco, minimizou os rumores de que o ídolo cruzeirense poderia se transferir para o Palmeiras e garantiu que já iniciou as negociações para renovar o contrato, que se encerrará em abril de 2016.

Estadão Conteúdo

31 de julho de 2015 | 14h09

"Já temos uma proposta de renovação, esse caso me foi passado ontem. Vamos negociar, avaliar. A partir de agora quem vai resolver isso sou eu e vou garantir que o Fábio vai ficar no Cruzeiro", disse Isaías Tinoco.

O dirigente revelou que Fábio pode renovar o seu contrato por até mais três anos. E Isaías Tinoco garantiu que o comando do clube mineiro tem a expectativa de que as negociações com o goleiro sejam rápidas.

"A procura já vinha acontecendo antes com o Valdir (Barbosa). Já há uma proposta encaminhada pelo Fábio, pelo seu procurador. Isso já está sendo analisado. Vai ser negociado e vai ser resolvido o mais rápido possível para que o atleta tenha a tranquilidade de continuar o seu trabalho. A princípio, não ficaria surpreso se (a renovação) fosse de dois anos e meio ou três anos", afirmou.

Após uma breve passagem por empréstimo pelo Cruzeiro em 2000, Fábio retornou ao clube em 2005. Desde então, se firmou como um dos maiores ídolos da história da equipe, tendo se tornado, inclusive, o jogador que mais vezes vestiu a camisa do Cruzeiro. De acordo com Isaías Tinoco, esse histórico reforçará o esforço da diretoria para renovar o contrato do jogador.

"Fábio é um atleta diferente, que tem uma postura inigualável dentro do Cruzeiro. Faz parte de uma galeria excepcional de grandes atletas. Bateu todos os recordes de participação que um atleta poderia ter. O Cruzeiro não vai medir esforços para a renovação do Fábio. É prioridade e está acima de qualquer nome, por ser ídolo reconhecidamente da torcida do Cruzeiro. O Fábio vai continuar", declarou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.