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Cuca ameaçou sair se o Santos não reagisse contra o Botafogo

Time perdia por 2 a 0 no intervalo; treinador diz que ainda pode sair nos próximos dois jogos

Sanches Filho, O Estado de S. Paulo

13 de julho de 2008 | 19h49

Cuca ameaçou, no intervalo do jogo deste domingo, entregar o cargo se o Santos não reagisse no segundo tempo. Com o empate por 2 a 2 com o Botafogo, depois de estar perdendo por 2 a 0, a sua postura mudou. Mas não muito. Veja também: Kléber Pereira faz dois gols e Santos consegue empate"Quando as coisas não vão bem, não passa coisas boas pela cabeça. Esses dois próximos jogos - Figueirense, quarta-feira, em Florianópolis, e Sport, domingo, na Vila Belmiro - vão definir muitas coisas. Não só para a Comissão Técnica, mas também o futuro de alguns jogadores", disse, sem dar detalhes. O técnico contou que no intervalo teve uma conversa de homem para homem com os jogadores, sem se exaltar, mas dizendo coisas duras. "Mas não acredito que foi isso que determinou a reação do time. E também não temos o que comemorar porque o empate foi derrota para o Santos", disse o treinador. "Falei até em mudança de treinador. Se eles vão querer mudança de técnico a toda hora. E exigiu que os jogadores vergonha na cara." O treinador voltou a criticar as falhas da defesa. "O Botafogo teve uma falta a favor e fez o primeiro gol; chegou outra vez e saiu outro gol", lamentou.Ele justifica as alterações que fez time no jogo. "Escalei Domingos no lugar de Marcelo porque sabia que o Botafogo iria usar dois atacantes e precisava de um zagueiro mais rápido. O Roberto Brum substituiu Rodrigo Souto, mas marcou mais na frente e por isso jogamos com dois alas. E a entrada do Lima foi uma opção técnica, troca de centroavante por centroavante. Mudei o mínimo."

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