Arquivo/AE
Arquivo/AE

Cuca critica postura da equipe do Fluminense no Peru

Time conseguiu apenas o empate com o Alianza Atlético, pelas oitavas de final da Copa Sul-Americana

AE, Agencia Estado

24 de setembro de 2009 | 09h36

Embora o Fluminense tenha conseguido evitar uma derrota diante do Alianza Atlético, em Piura, no Peru, no jogo de ida das oitavas de final da Copa Sul-Americana, o técnico Cuca não poupou críticas à postura de sua equipe no confronto que terminou empatado em 2 a 2 e marcou a 11.ª partida seguida sem vitórias da equipe carioca.

Veja também:

link JOGO - Leia como foi Alianza Atlético 2x2 Fluminense

tabela Copa Sul-Americana: Calendário e resultados

especialTodas as notícias sobre a competição

especialDê seu palpite no Bolão Vip do Limão

O treinador destacou que o Fluminense entrou no jogo do adversário, optando também por cometer muitas faltas. "Esse resultado não foi normal, não. Começamos bem, mas perdemos a concentração porque entramos no jogo do adversário, de provocação e antijogo. A violência foi lá em cima, muito perigoso. O olho do Marquinho está todo machucado, o Maurício saiu lesionado e o Kieza também poderia ter sofrido uma lesão grave, pois levou um carrinho por trás", disse Cuca.

Para o técnico, o Fluminense falhou dos dois gols do Alianza, que acabaram sendo decisivos para o resultado.

"Vacilamos nos dois gols. Um tiro de meta do goleiro que não pulamos no meio-campo e eles levaram vantagem. No segundo, foi uma falta que o Diguinho desviou e fomos mal. Acho que acabou sendo um resultado justo pelo que foi o jogo", admitiu o comandante.

Já o goleiro Rafael eximiu Diguinho de culpa pelo segundo gol. "A bola veio forte, o Diguinho tentou tirar e infelizmente pegou nele, me tirando da jogada. Ele não pode ser responsabilizado, está de parabéns, pois é um grande guerreiro", minimizou.

O atacante Adeílson, por sua vez, disse que a grama sintética e o forte vento que atingiu o Estádio Miguel Grau, em Piura, atrapalharam o Fluminense. "Os dois prejudicaram (o campo e o vento). Tivemos dificuldades na questão técnica, não dava para tocar a bola direito. A bola corria muito e isso complicava. No jogo de volta com certeza vai ser diferente. O Maracanã é nossa casa e a torcida vai apoiar", ressaltou.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolCopa Sul-AmericanaFluminense

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.