Alex Silva / Estadão
Alex Silva / Estadão

Cuca e jogadores do Santos se revoltam contra atuação do árbitro no clássico

Gabigol relembra lance parecido contra o Cruzeiro, quando o Santos foi eliminado da Copa do Brasil

Estadão Conteúdo

17 de setembro de 2018 | 10h30

O técnico Cuca e os jogadores do Santos reclamaram muito do juiz Ricardo Marques Ribeiro após o clássico contra o São Paulo, domingo à tarde, na Vila Belmiro. O motivo da revolta foi o encerramento da partida logo após a cobrança de falta do são-paulino Nenê, que bateu na barreira e deu início a um contra-ataque santista.

Ainda no gramado, Cuca ficou muito irritado, gesticulou e gritou demais na saída do campo, mas se apresentou mais calmo na entrevista coletiva, talvez temendo uma futura punição. "Geraria um contra-ataque, nos trouxe lembranças antigas, e a gente foi lá tirar os jogadores. Faltava um pouquinho de tempo ainda, mas ele teve uma boa arbitragem, foi um jogo duro."

O atacante Gabriel, o Gabigol, não se controlou tanto. "Se é para acabar, acaba na falta, não depois. Bate na barreira e ele acaba? Deu quatro minutos de acréscimo e depois mais um, a gente teria tempo. Mas é sempre assim. Foi assim contra o Cruzeiro", disse o jogador, um dos que mais reclamaram após o apito final. O lateral-direito Victor Ferraz, outro revoltado com a marcação, chegou a levar cartão amarelo.

O volante Alison mostrou serenidade. "A gente teria um contra-ataque. Não era uma chance clara, mas teríamos a possibilidade de criar uma boa chegada e ele encerrou."

O Santos volta a jogar no domingo, às 19 horas, no Mineirão, diante do Cruzeiro. O zagueiro Gustavo Henrique e o atacante Derlis González receberam o terceiro cartão amarelo diante do São Paulo e estão fora do jogo.

Em compensação, o zagueiro Lucas Veríssimo está recuperado de uma lesão na coxa esquerda e deve retornar ao time titular.

O Santos é o nono colocado na classificação geral, com 32 pontos. O time ganhou oito jogos, empatou outros oito e perdeu também em oito oportunidades.

 

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