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Érico Leonan/ São Paulo FC
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Cueva pede desculpas a Rodrigo Caio e diz que São Paulo resolve atritos 'como família'

Peruano ironizou comentário do zagueiro, de que ele precisava "se ajudar" para voltar a jogar bem no time

Matheus Lara, O Estado de S.Paulo

11 de setembro de 2017 | 19h45

O meia Cueva pediu desculpas publicamente ao zagueiro Rodrigo Caio depois de ironizar um comentário do colega de clube, que disse que o peruano precisava "se ajudar" para voltar a jogar bem no São Paulo. Após o empate em 2 a 2 com a Ponte Preta, no último sábado, no Morumbi, o peruano se negou a dar entrevista aos jornalistas e se limitou a responder: "Falem com o Rodrigo Caio". Os dois conversaram por 30 minutos antes do treino desta segunda-feira no CT da Barra Funda.

"Foi uma boa conversa e eu falei pra ele que o erro foi meu", disse o peruano. "Eu vi durante a semana a reprodução dos comentários dele na coletiva e o erro foi meu. Agora peço publicamente desculpas a ele, que é um companheiro, e a todo o grupo", completou.

Cueva disse que os problemas internos no São Paulo estão sendo resolvidos "como uma família", e disse que o time está motivado na luta contra o rebaixamento. "É com trabalho que vamos reverter nossa situação na tabela. Muitos falam quem o São Paulo está tendo brigas internas, mas não é assim. Penso que somos uma família e nas famílias também há problemas, e a solução precisa ser encontrada por nós mesmos".

O meia ainda negou que tenha ficado chateado por ter perdido espaço para Lucas Fernandes no São Paulo, titular da posição no último sábado. "Independentemente de quem jogue, nós temos que trabalhar juntos para um mesmo objetivo. Agora, é sair da zona de rebaixamento. Estamos trabalhando e conversando porque sabemos da situação que estamos".

Sobre o seu rendimento, que vem sendo considerado baixo no São Paulo, Cueva disse que é questão de tempo para evoluir. "Futebol é feito de momentos. Em algum momento vamos tomar outro caminho e sair dessa situação. Se me tiraram do time, quem sou eu pra dizer se é justo ou não? Seguirei apoiando meus companheiros, independentemente de quantos minutos eu jogue."

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