Reprodução / Instagram
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Daniel Alves diz que usará camisa 13 no PSG para homenagear Zagallo

Lateral-direito se recupera de uma lesão sofrida antes da disputa da Copa do Mundo da Rússia

Estadão Conteúdo

28 Agosto 2018 | 10h56

Em recuperação de uma grave lesão no joelho direito, Daniel Alves vai utilizar um novo número na camisa quando fizer o seu retorno aos gramados pelo Paris Saint-Germain. Nesta terça-feira, o lateral-direito brasileiro anunciou que vai vestir o 13 na temporada 2018/2019 e revelou que a escolha foi feita para homenagear Zagallo.

Na temporada 2017/2018, a sua primeira pelo PSG, Daniel Alves utilizava a camisa 32. Agora, porém, vai usar o 13, que Zagallo, hoje com 87 anos, sempre esteve associado por suas superstições envolvendo o número.

"Sempre gosto de mudar números e homenagear pessoas que de alguma forma me inspiram, pessoas que tem significado na minha vida. Dessa vez vai para nosso ídolo e inesquecível Velho Lobo Zagallo. Sempre acreditei que qualquer homenagem deve ser feita em vida", escreveu Daniel Alves em texto publicado em seu perfil no Instagram e que acompanha uma foto com a camisa 13 do PSG.

Zagallo é uma das lendas do futebol brasileiro, tendo sido campeão mundial pela seleção como jogador em 1958 e 1962. Depois, ainda faturaria o título da Copa de 1970 como treinador e a de 1994 exercendo a função de auxiliar técnico.

"Uma pessoa que fez o que fez pelo nosso futebol, uma pessoal que sabe o difícil que é ser exitoso naquilo que fazemos e uma pessoal que torce para outras pessoas sempre merece o meu respeito e minha admiração", acrescentou o lateral-direito.

Essa não é a primeira vez que Daniel Alves define o número da sua camisa para homenagear alguém. Quando ainda atuava pelo Barcelona, por exemplo, chegou a usar o 22 para apoiar Abidal, que lutava contra um câncer no fígado.

Apesar de ter definido o seu número, Daniel Alves ainda deve demorar a vestir o 13 dentro de campo. O lateral passou por cirurgia no joelho direito em junho, problema que o impediu de defender a seleção brasileira na Copa do Mundo, e a previsão inicial era que ficaria por até seis meses sem entrar em campo.

 

 

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