Daniel Carvalho minimiza assalto e prega foco no Grêmio

O meia Daniel Carvalho preferiu não valorizar o assalto sofrido nesta quarta-feira e pregou foco no duelo decisivo contra o Grêmio, nesta quinta, pela semifinal da Copa do Brasil. O jogador garantiu já ter superado o susto, que lhe custou seu relógio avaliado em R$ 8 mil.

AE, Agência Estado

20 de junho de 2012 | 19h44

"É claro que assusta quando você ver um revólver apontado na sua direção. Mas foi uma situação rápida, de 20, 30 segundos. A gente fica chateado e triste com a situação, mas acho que poderia ter acontecido com qualquer um", afirmou o jogador, após ter seu carro abordado por dois motociclistas em um semáforo na zona oeste de São Paulo.

Daniel Carvalho foi assaltado quando se dirigia ao treino do Palmeiras. Sem reagir, o jogador não sofreu qualquer ferimento. Perdeu apenas o relógio. "Só acho errado que quando estamos com carro sem placa, somos multados, e essas duas motos estavam andando por aí sem placa. Os motoqueiros também estava com capacete, com capa de chuva. Não dava para fazer boletim [de ocorrência, na polícia]", declarou.

O susto atrapalhou seu desempenho no último treino antes da segunda partida contra o Grêmio. "Errei os três pênaltis que bati no treino. Pensei até se era por causa disso". Mas ele garantiu estar concentrado na partida. "Temos um jogo importante nesta quinta e o assalto já foi deixado de lado. Estou totalmente focado no jogo e na busca pela nossa classificação. Não vou mudar minha rotina em razão disso".

Em relação ao confronto contra os gaúchos, o meia pregou uma postura ofensiva em campo para evitar a pressão do rival, que precisa reverter uma desvantagem de dois gols para chegar à decisão.

"Não podemos pensar apenas em defender porque sabemos da qualidade do adversário. Eles sabem jogar muito bem essa competição. Temos que procurar o gol. Se ficarmos só atrás, vai ficar tudo mais difícil", alertou.

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