Ivan Storti / Santos FC
Ivan Storti / Santos FC

David Braz revela preocupação com altitude para estreia do Santos na Libertadores

Zagueiro diz que espera acabar com jejum de gols que vive em 2018

Estadão Conteúdo

27 de fevereiro de 2018 | 13h18

Os efeitos da altitude de Cuzco, de cerca 3.400 metros, é uma grande preocupação do Santos para a estreia na Copa Libertadores, na quinta-feira, diante do Real Garcilaso. Foi o que reconheceu, nesta terça o zagueiro David Braz. Com a experiência de quem enfrentou situações até piores no torneio continental, ele admitiu que o time precisará saber lidar com o problema.

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"Tive uma experiência pelo Flamengo, em 2012, quando jogamos contra o Real Potosí. Chegamos dez dias antes, mas não adiantou, sofremos bastante, ainda mais que era de 4 mil metros. Esse é 3.400, mas também tem muita dificuldade", afirmou, avaliando que nenhuma estratégia é 100% eficaz para minimizar os efeitos da altitude.

Se conhece bem as dificuldades que o Santos vai enfrentar no ar rarefeito de Cuzco, David Braz admitiu que pouco sabe sobre o rival de estreia da equipe no Grupo 6 da Libertadores. "Ainda não recebemos informações. Quem jogou, ficou na academia, mas a comissão ainda passará hoje (terça-feira) para nós no hotel. Vamos conhecer aos poucos. Amanhã (quarta) vamos treinar lá. Vamos procurar observá-los da melhor maneira possível para conseguir neutralizar a equipe adversária", disse.

Para o jogo com o Real Garcilaso, o Santos vai apostar na grande fase de Gabriel Barbosa, o Gabigol, autor de quatro gols nos quatro duelos que fez nesse retorno ao time. David Braz revelou que o atacante está decepcionado por estar suspenso do compromisso seguinte, o clássico contra o Corinthians, pelo Campeonato Paulista, mas espera que ele brilhe na Libertadores.

"Ele está bastante chateado por não jogar o clássico, mas também está motivado pela Libertadores. Espero que continue na pegada. Ele disse que está fedendo a gol, então que possa nos ajudar na quinta-feira", afirmou.

O próprio David Braz também espera ir às redes no Peru, encerrando seu jejum de gols em 2018, até para acabar com as cobranças do seu filho. "Estou sentindo falta. O pessoal me cobra, meu filho está me cobrando demais, pediu para eu fazer uma dancinha na comemoração. Mas tem que ter tranquilidade nessas horas, se ficar afoito a bola não entra. Foi o que aconteceu contra o São Caetano", comentou.

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