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De olho no G-6, Goiás busca superar desfalques no duelo contra Chapecoense

Equipe do centro-oeste entrará com ataque inteiro reserva na Arena Condá

Redação, Estadão Conteúdo

20 de outubro de 2019 | 14h18

Com 37 pontos, o Goiás volta a campo neste domingo para encarar a lanterna Chapecoense, às 19 horas na Arena Condá, focado em continuar na briga na parte de cima da tabela do Campeonato Brasileiro. Porém, para o duelo, o técnico Ney Franco está quebrando a cabeça para armar o time titular, já que a equipe tem cinco desfalques: o volante Gilberto Júnior, o lateral Alan Ruschel e os atacantes Leandro Barcia, Michael e Rafael Moura.

O lateral-esquerdo, que tem uma forte ligação com a Chapecoense, por ser um dos sobreviventes do acidente aéreo, não pode atuar por força de contrato, já que está emprestado pelo time catarinense ao Goiás. Além dele, Gilberto fica de fora por conta de uma lesão muscular na coxa. Os outros três atacantes estão fora por conta de suspensões. Ney Franco comentou como pretende lidar com os desfalques.

"No último jogo, o Yago Felipe trabalhou um pouco mais no ataque do lado direito do campo, então a gente pode ganhar essa opção também e com isso vamos ter quatro jogadores com a característica de meia, mas tendo um deles com essa incumbência de jogar pelo lado direito e o Yago fez muito bem essa função. Com isso, vamos trabalhar para fazer um ajuste para o Senna trabalhar mais de volante, ao lado do Geovane ou do Breno, se cria essa possibilidade", disse Ney, que ainda completou falando das opções para o ataque.

"Já no setor ofensivo, Papagaio deve jogar centralizado. Precisamos definir também quem será o atacante pelo lado esquerdo, ai se tem Rafinha, Dudu e Kaio na briga. Mas quem for jogar, pode ter a certeza que dará conta do recado. Respeitamos a Chapecoense, mas, apesar de jogar fora de casa, vamos buscar a vitória", concluiu o treinador.

Há dois jogos sem perder, o Goiás vem de um empate por 2 a 2 diante do Corinthians, no Serra Dourada, muito contestado. O clube reclamou muito da arbitragem, pelo pênalti polêmico convertido por Gustavo, aos 51 minutos do segundo tempo.

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