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José Patrício/Estadão
José Patrício/Estadão

'Decisão' do Palmeiras com o Atlético-PR não deve ser na nova arena

Diretoria da equipe alviverde e a WTorre, construtora responsável pelo estádio, temem problemas caso time seja rebaixado no local

DANIEL BATISTA e GONÇALO JUNIOR , O Estado de S. Paulo

01 de dezembro de 2014 | 06h57

A diretoria do Palmeiras e a WTorre, construtora responsável pelo Allianz Parque, estão preocupadas com a realização da partida contra o Atlético-PR, no domingo, na arena. Existe o temor de possíveis protestos mais violentos em caso de rebaixamento. O Ministério Público e a Polícia Militar recomendam que o jogo decisivo seja no Pacaembu que, segundo eles, teria maiores condições de impedir uma eventual invasão dos torcedores, caso o time seja rebaixado. 

Além da pressão pelo resultado, o Corinthians joga no mesmo horário, domingo, em Itaquera, o que poderia resultar em confrontos entre as torcidas. Por isso, Nobre admite a possibilidade do jogo não ser na nova casa do Palmeiras. "Sobre o último jogo, a decisão não cabe ao Palmeiras. Estamos conversando com a CBF para saber onde vai ser o marcado o jogo, uma vez que dois grandes de São Paulo jogam na mesma data", explicou o dirigente.

Após a derrota para o Inter, o técnico Dorival Júnior reafirmou o desejo de jogar na arena. "Temos a nossa casa e nos sentimos bem jogando lá. Tivemos um resultado ruim, mas é a nossa casa', disse.


A definição sobre o local da partida deverá ser dada entre hoje e amanhã. "Vamos ouvir o Palmeiras, mas a determinação é da CBF. Teremos uma definição amanhã (segunda-feira), no mais tardar", afirmou o coronel Marcos Marinho, chefe de segurança da Federação Paulista.

O Palmeiras precisa de uma vitória simples para se manter na elite. Empate ou derrota colocam a equipe na dependência do jogo Vitória e Santos. O principal triunfo para se livrar da terceira queda de sua história é a recuperação de Valdivia, que fará tratamento intensivo para se recuperar de um edema na coxa esquerda. A expulsão de Allione e Bruno César no sábado limitaram as opções no meio a Felipe Menezes e Mazinho. Dorival também pode colocar outro atacante ao lado Henrique, como Mouche, Diogo ou Cristaldo.

ERROS

Como acontece em diversas eleições, os candidatos passaram boa parte da campanha se atacando. Dentre outras críticas do oposicionista Wlademir Pescarmona, uma que parece ter incomodado o presidente reeleito Paulo Nobre foi a de que ele não assume seus erros. Por isso, o dirigente fez questão de falar do assunto após a reeleição. “Assumir os erros? Puxa, se tem um presidente que assume quando erra e suas responsabilidades, sou eu”, assegurou o presidente, que reeleito, permanece no cargo até o fim de 2016.

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