Celso Júnior/AE
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Decisão sobre sede da abertura é da Fifa, diz ministro

'A Fifa que definiu as 12 cidades que vão sediar a Copa e será a Fifa que decidirá as cidades de abertura e encerramento do Mundial', enfatizou Orlando Silva

Leandro Colon, Agência Estado

15 de abril de 2010 | 15h33

O ministro do Esporte, Orlando Silva, afirmou nesta quinta-feira que o governo brasileiro não irá se intrometer na escolha do estádio que vai abrigar o jogo de abertura da Copa de 2014. "O Mundial tem dono, a Fifa. A Fifa que definiu as 12 cidades que vão sediar a Copa e será a Fifa que decidirá as cidades de abertura e encerramento do Mundial", disse ele, após uma reunião em Brasília com o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke, e o presidente da CBF, Ricardo Teixeira. "Ao governo cabe dar o suporte e cumprir os compromissos", completou.

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Reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, na última terça-feira, revelou que a Fifa decidiu excluir o Morumbi da Copa de 2014 por falta de adequação do projeto às exigências da organização do evento. Diante disso, um plano B estaria em ação para que a cidade de São Paulo realize o jogo de abertura do Mundial.

Nesta quinta-feira, Orlando Silva reforçou a necessidade de o São Paulo cumprir os critérios estabelecidos pela Fifa para poder emplacar o Morumbi como sede da abertura da Copa. "Não há alternativa, plano B. Agora, o que São Paulo (a cidade) quer é fazer a abertura e, para isso, é preciso cumprir os critérios da Fifa, não tem que debater pela imprensa, defender tese", afirmou o ministro do Esporte.

"A cidade tem capacidade para dar solução a uma arena que siga os padrões estabelecidos pela Fifa para a abertura", chegou a dizer ministro, insinuando a construção de um novo estádio na capital paulista. Depois, ele recuou e reforçou o discurso de que, por enquanto, aposta no Morumbi. "O Morumbi terá que cumprir todos os critérios estabelecidos pela Fifa se quiser a abertura do Mundial. E acredito que deve cumprir isso, com o apoio do São Paulo Futebol Clube, da cidade e do governo do Estado", afirmou.

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