Deco reúne colegas campeões e dá adeus ao futebol com golaço

Meia jogou ao lado de astros do Porto e do Barcelona, como Eto'o e Messi, em partida em Portugal para festejar despedida da carreira 

EFE, O Estado de S. Paulo

25 de julho de 2014 | 22h44

LISBOA - Afastado dos gramados desde o ano passado, quando, ainda defendendo o Fluminense, anunciou a aposentadoria, o meia Deco fez sua despedida oficial nesta sexta-feira no Estádio do Dragão, em jogo festivo que teve de um lado jogadores campeões europeus pelo Porto em 2004 e do outro os vencedores da Liga dos Campeões de dois anos depois, pelo Barcelona.

Diante de quase 50 mil torcedores, a equipe portuguesa teve, entre outros ex-jogadores, os volantes Costinha e Maniche e os atacantes Derlei e Benni McCarthy. Já o Barça contou com Belletti, Silvinho, Samuel Eto'o e Lionel Messi, além de dois brasileiros que não defenderam o time catalão, mas são grandes amigos do dono da festa: o ex-meia Djalminha e o ex-atacante Luizão. Outro que estaria na festa era Ronaldinho Gaúcho, que até foi liberado pelo Atlético-MG, mas perdeu o voo.

Derlei e McCarthy, com passe de Deco, fizeram 2 a 0 para o Porto, que levou a vantagem para o intervalo. Porém, na etapa final, a equipe espanhola reagiu com a presença do homenageado, que trocou de camisa, e de Messi e Eto'o, que empataram com um gol cada.

Jankauskas recolocou a equipe de Portugal na frente, mas Eto'o marcou mais duas vezes e virou o placar. Nos instantes finais, de volta ao Porto, Deco fechou a conta com um lindo toque de primeira, por cima de Vitor Baía, que também disputou uma etapa em cada time.

Durante os anos 90 minutos, a partida foi interrompida várias vezes para que fossem exibidas mensagens em vídeos de amigos e companheiros do ex-jogador, como o técnico José Mourinho e os ex-atletas Luís Figo e Roberto Carlos.

Um dos momentos inusitados do jogo foi um toque por baixo do ex-lateral Jorge Andrade em Deco. O lance foi uma repetição de um lance pelas semifinais da Liga dos Campeões de 2004. Na ocasião, o ex-defensor português, que na ocasião defendia o Deportivo La Coruña, foi expulso por atingir o camisa 10 do Porto. Na época, Andrade disse ter se tratado de uma brincadeira entre amigos, mas o cartão vermelho não foi retirado, e ele não pôde disputar o jogo de volta.

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