Érico Leonan / São Paulo
Érico Leonan / São Paulo

Defesa do São Paulo vai bem e tem seu melhor desempenho desde 2007

Time sofreu 52 gols em 64 jogos, média de menos de um por partida

Renan Cacioli, O Estado de S. Paulo

11 Dezembro 2018 | 04h30

Se o ano de 2018 não encerrou o jejum de títulos do São Paulo, ao menos serviu para o sistema defensivo do time se consolidar e obter desempenho respeitável: com 52 gols sofridos em 64 partidas (média de 0,81 por jogo), a retaguarda tricolor conseguiu a melhor performance desde 2007, ano do segundo dos três títulos brasileiros seguidos (2006 a 2008) conquistados.

Naquela temporada, foram 52 gols contra também, mas em maior número de jogos (73), o que acarretou em média de 0,71 gol sofrido por confronto. De lá para cá, dificilmente o São Paulo terminou um ano sem ir buscar a bola no fundo da sua meta, em média, ao menos uma vez por partida. Confira:

2018: 64 jogos / 52 gols sofridos (0,81)

2017: 64 / 80 (1,25)

2016: 71 / 71 (1)

2015: 71 / 75 (1,06)

2014: 69 / 71 (1,03)

2013: 83 / 98 (1,18)

2012: 78 / 72 (0,92)

2011: 70 / 75 (1,07)

2010: 71 / 83 (1,17)

2009: 69 / 73 ( 1,09)

2008: 71 / 68 (0,96)

2007: 73 / 52 (0,71)

Chamou a atenção nesta temporada o rodízio promovido pelo técnico Diego Aguirre, que trabalhou com Arboleda, Bruno Alves e Anderson Martins normalmente mesclando as duplas. Rodrigo Caio, lesionado, participou bem menos da campanha.

Apesar da queda de desempenho da equipe no returno do Campeonato Brasileiro, o São Paulo terminou a competição com a quinta melhor defesa da competição, com 34 gols sofridos, atrás de Flamengo e Internacional (29 cada), Grêmio (27) e Palmeiras (26).

 

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