Wilton Junior/Estadão
Wilton Junior/Estadão

Del Bosque minimiza cansaço da Espanha e faz mistério sobre time

Técnico acredita que elenco estará bem fisicamente contra o Brasil, neste domingo

TIAGO ROGERO, Agência Estado

29 de junho de 2013 | 21h09

RIO - Apesar do desgaste de uma equipe em fim de temporada e depois da classificação sobre a Itália em mais de 120 minutos de jogo, na quinta-feira, o técnico Vicente Del Bosque acredita na Espanha inteira fisicamente contra o Brasil, neste domingo, na final da Copa das Confederações contra o Brasil, às 19 horas. O treinador não revelou a equipe, mas deu a entender que deve ser a mesma que começou o jogo contra os italianos.

"Acho que fizemos uma boa Copa das Confederações, embora não seja nosso melhor momento (fisicamente), pois estamos em fim de temporada. Mas o estímulo de jogar no Brasil contra a seleção brasileira é muito grande, então acredito que chegamos num bom momento, com certeza", afirmou o treinador em entrevista coletiva concedida antes do treino de reconhecimento da Fúria no Maracanã, aberto pela imprensa só nos primeiros 15 minutos, neste noite de sábado.

Os jogadores basicamente fizeram aquecimento e vestiam coletes que disfarçavam qualquer formação titular e reserva. E, ao falar sobre o time titular que irá mandar a campo, Del Bosque afirmou que "não há nada definido".

"Amanhã (domingo) vocês vão ver. Ainda falta um treino e não quero me precipitar, mas não vai mudar muito do que foi no último jogo", afirmou o técnico espanhol, que repetiu a resposta em outras duas perguntas diferentes relacionadas à escalação dos atuais campeões do mundo. Contra a Itália, a Espanha entrou em campo com Casillas; Arbeloa, Sergio Ramos, Piqué e Jordi Alba; Busquets, Xavi, Iniesta e David Silva; Pedro e Fernando Torres.

O comandante não quis responder sobre uma possível marcação especial sobre Neymar, e mostrou não estar preocupado com a pressão da torcida brasileira, que, em todos os jogos da Copa das Confederações esteve favorável a quem enfrentava a Espanha. "Nos sentimos muito admirados e respeitados aqui no Brasil, mesmo sem a torcida ao nosso lado. Os jogadores são todos maduros, já jogaram muitos jogos importantes e não vai nos afetar. É muito bom jogar com emoção", disse o fechado treinador.

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