Vice-presidente da CBF nega que China tenha sido opção para ajudar Mano

Vice-presidente da CBF nega que China tenha sido opção para ajudar Mano

Marco Polo Del Nero fez questão de ressaltar que equipe não foi escolhida para trazer tranquilidade ao treinador

DANIEL AKSTEIN BATISTA, Agência Estado

12 de setembro de 2012 | 15h21

SÃO PAULO - A goleada da seleção brasileira sobre a China por 8 a 0, na segunda-feira, trouxe alívio para o comando da CBF e principalmente para o técnico Mano Menezes. Mas Marco Polo Del Nero, vice-presidente da entidade, fez questão de ressaltar que o adversário não foi escolhido propositalmente para dar tranquilidade ao treinador.

"Toda vitória expressiva, mesmo contra uma seleção mais fraca, é boa", afirmou o dirigente. "Mas ninguém esperava que fosse de oito gols. Podia ser de menos ou até podíamos ser surpreendidos. Não foi por isso que escolhemos jogar com a China."

O confronto contra os chineses foi bem diferente daquele com a África do Sul três dias antes. Ainda mais em relação ao apoio da torcida. No Recife, por exemplo, a seleção foi bem recebida e a festa tomou conta do Estádio do Arruda. Já no Morumbi as vaias deram o tom no triunfo por 1 a 0 sobre os africanos.

Segundo Del Nero, não será isso que fará a entidade desistir de realizar mais jogos da seleção em São Paulo. "Se tiver vaias, vai jogar sob vaias mais uma vez", afirmou. "Eu não sou de vaiar. Mas não fiquei satisfeito naquele momento com a seleção. Podia ter jogado melhor e feito mais gols."

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