Della Monica reclama de traição de Nobre e Cyrillo

Presidente do Palmeiras diz que não obteve apoio na reforma do estatuto para que estendesse seu mandato

AE, Agencia Estado

18 de dezembro de 2008 | 08h41

O presidente do Palmeiras, Affonso Della Monica, está se sentindo traído pelo vice-presidente Paulo Nobre e pelo diretor-administrativo José Cyrillo Júnior, que votaram contra a reforma do estatuto para que ele estendesse seu mandato. Della Monica ainda está pensando em qual candidato apoiar para a sua sucessão. Só sabe que não será nem Cyrillo nem Nobre.Veja também: Palmeiras enfrentará Real Potosí na Libertadores  Kléber deve continuar no clube em 2009  Tabela e calendário do Paulistão 2009 Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão O presidente foi derrotado duas vezes na tentativa de prorrogar o mandato até outubro do ano que vem, com a justificativa de que a mudança de data das eleições seria melhor para o planejamento do clube. Com as decisões do Conselho Deliberativo, em novembro, e da Assembléia de Sócios, no último sábado, as eleições serão realizadas no fim de janeiro. E Della Monica, que está encerrando seu segundo mandato, não pode mais se candidatar.O diretor financeiro Salvador Hugo Palaia quer lançar candidatura e espera ter o apoio de Della Monica. Mas para manter o "status quo" da diretoria (ou seja, manter o ex-presidente Mustafá Contursi longe do comando) o Muda Palmeiras quer persuadir Palaia a desistir da presidência e compor a chapa como vice. A avaliação do grupo, que hoje comanda o futebol, é que ele não teria votos para ser presidente.A cúpula do Muda Palmeiras, liderada por Seraphim del Grande, Gilberto Cipullo e Luiz Gonzaga Belluzzo, diz que nem faz questão de encabeçar a chapa de situação e se contentaria com a vice-presidência de futebol, como é hoje. Mas a cada dia crescem os rumores de que Cipullo será o "candidato de consenso". Falta Della Monica se pronunciar.

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