Andrés Kudacki/AP
Andrés Kudacki/AP

Dérbi de Madri é a atração da abertura das quartas de final da Liga

Finalistas da edição passada, Atlético e Real buscam vantagem

O Estado de S.Paulo

14 de abril de 2015 | 02h02

Os finalistas da última edição da Liga dos Campeões começam a lutar nesta terça-feira por uma vaga nas semifinais. E o vice-campeão Atlético de Madrid abre as quartas de final jogando em seu estádio contra o campeão Real Madrid com a faca entre os dentes e um retrospecto recente muito favorável nos embates com o rival. Desde a fatídica final de Lisboa - em que sofreu o gol de empate aos 49 minutos do segundo tempo e depois arriou na prorrogação -, o time dirigido por Diego Simeone contabiliza quatro vitórias e dois empates no dérbi. No último confronto, venceu por 4 a 0 em seu estádio.

Os dois treinadores têm todos os titulares à disposição, e ambos trataram de esquecer os últimos resultados. Carlo Ancelotti, que tem sido criticado por não encontrar uma maneira de fazer seu time se impor ao Atlético, mostrou otimismo ao falar do confronto desta terça. "Não temos uma obsessão para vencer o Atlético. O que posso dizer é que conto com todo o elenco e acredito que vamos fazer uma boa apresentação", disse.

Simeone também preferiu olhar para a frente. Quando lhe perguntaram sobre a supremacia de sua equipe sobre o Real Madrid nesta temporada, ele disse: "O que passou já é passado. Agora é outra história, em outras circunstâncias".

Ancelotti está propenso a montar o time no 4-4-2, abandonando o 4-3-3 para equilibrar a batalha no meio-campo. Sua dúvida é se recua Bale para formar a linha de quatro meio-campistas ou o troca por Isco e deixa só Cristiano Ronaldo e Benzema na frente.

NA ITÁLIA 

Com o quarto título italiano seguido quase garantido - tem 12 pontos de vantagem, a oito rodadas do final -, a Juventus recebe hoje o Monaco com o objetivo de construir uma vantagem confortável para a partida de volta. "A equipe deles é mais perigosa fora de casa do que em seu campo. Eles costumam usar muito bem os contragolpes", disse o goleiro juventino Buffon.

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