Guilherme Dorigatti/Divulgação
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Desabafo de Ramirez aumenta a crise na Ponte Preta

Peruano afirma que a culpa dos problemas no clube passa do roupeiro até a diretoria

AE, Agência Estado

16 de setembro de 2013 | 18h58

CAMPINAS - Um dos jogadores mais criticados após o empate com o Flamengo, por 1 a 1, no domingo, em Campinas, o meia peruano Ramirez desabafou e aumentou a crise na Ponte Preta. A situação da equipe está cada vez mais complicada: continua na penúltima colocação do Brasileirão, com apenas 16 pontos.

"O responsável pela situação (da Ponte Preta) são todos, do roupeiro até lá em cima (na diretoria do clube)", afirmou Ramirez, após ser bastante hostilizado pela torcida, contestando as críticas direcionadas a ele. Ramirez foi um dos nomes citados pelo ex-executivo de futebol da Ponte, Ocimar Bolicenho, que pediu demissão do clube na semana passada. Na oportunidade, o dirigente falou que o jogador estava desmotivado. "Estou com a mesma motivação de quando cheguei aqui. É muito fácil sair quando a fase não está boa", rebateu o peruano.

O técnico Jorginho optou por um discurso mais ponderado e procurou dar razão ao meia peruano. "A culpa não é do Ramirez. A culpa é de todos nós", declarou. "Nos faltou maturidade para segurar a posse de bola, trabalhar de um lado para o outro e esperar o momento certo", completou.

Pelo menos na próxima rodada, Ramirez se verá livre das críticas da torcida. Como está emprestado pelo Corinthians, ele não poderá enfrentar o time da capital, contra quem a Ponte Preta joga nesta quarta-feira, em Campinas, pelo Brasileirão. O zagueiro César, suspenso, também está fora.

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