Desfalcado, Palmeiras joga pela vaga

Em campo, 11 jogadores e uma missão: vencer ou pelo menos empatar com o Brasiliense e evitar apuros na última rodada da segunda fase da Série B do Campeonato Brasileiro. A partida será em Taguatinga, às 20h30. As dificuldades do Palmeiras não devem ser poucas, uma vez que o grupo está fragilizado no melhor setor do adversário: o meio-de-campo. Os volantes Marcinho e Magrão estão suspensos. O primeiro é especialista no desarme, o segundo nas bolas aéreas. Os respectivos reservas, Correia e Adãozinho, além das dificuldades normais de entrosamento, têm outras caracterísiticas de jogo. O lateral Baiano, também suspenso, será substituído por Daniel Martins e o atacante reserva Muñoz sofreu uma contusão na parte posterior da coxa direita e não foi relacionado, assim como o meia Pedrinho. A equipe treinou sob os efeitos da derrota para o Sport por 3 a 2. Não há desespero - o Palmeiras não fez uma partida desastrosa - mas os atletas não querem decidir a vaga no último jogo, contra o Santa Cruz, em casa, com a possibilidade de não contar com a vantagem do empate. Redondinha - Picerni elogiou o meio-de-campo do Brasiliense. "Eles jogam uma bola redondinha", observou o técnico, que, no entanto, procurou mostrar confiança nos substitutos. "Não acho que isso vá enfraquecer o nosso time." Sobre o fato do Brasiliense ser a equipe com melhor aproveitamento em casa, o técnico não se abalou. "O Sport também tinha, até que fomos lá e ganhamos." O volante Correia afirma que, apesar das diferenças entre ele e Adãozinho para Marcinho e Magrão, o time deverá ser igual. "Taticamente, acho que não vai mudar muito." Para o jogador, como para o resto do grupo, é preciso garantir a vaga amanhã. "Ainda há possibilidade de a gente ficar de fora, então precisamos desta vitória." Pênalti - Depois de mostrar abalo com a falha na cobrança de pênalti sábado, a primeira na carreira, Vágner disse que não desistirá das cobranças. "Errei este pênalti e posso errar outros. Todo jogador está sujeito e vários famosos passaram por isso", observa. "Se tiver de bater de novo, eu bato."

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