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Paysandu e Fluminense se enfrentam por vaga nas quartas de final

Tricolor joga pelo empate ou pela derrota por um gol de diferença

Estadão Conteúdo

26 Agosto 2015 | 06h45

Em um jogo que promete muita emoção e estádio lotado, Paysandu e Fluminense se enfrentam nesta quarta-feira, às 19h30, no Mangueirão, em Belém, pela rodada de volta das oitavas de final da Copa do Brasil. Na ida, na semana passada, no Rio, o time carioca venceu por 2 a 1 e joga pelo empate ou por derrota por um gol de diferença, desde que seja a partir de 3 a 2. Os paraenses passam com 1 a 0 ou dois ou mais gols de vantagem. Um novo 2 a 1, desta vez para os mandantes, a decisão será na disputa por pênaltis.

Com uma equipe repleta de desfalques, o técnico Enderson Moreira optou pelo mistério e não quis revelar a equipe que entrará em campo. Nesta terça-feira, o treinador fechou o treino à imprensa no Mangueirão. Por lesões ou problemas burocráticos, o Fluminense tem 10 desfalques para a partida. Os principais deles são os lesionados Diego Cavalieri, Ronaldinho Gaúcho e Fred, mas também estão fora: Wellington Silva, Giovanni, Breno Lopes, Rafinha, Gerson, Osvaldo e Wellington Paulista.

Com tantos problemas, Enderson vem tendo que improvisar, como na lateral esquerda, onde tem escalado o meia Gustavo Scarpa. O jogador, no entanto, respondeu bem e celebrou a boa fase na nova função. "Estou me adaptando. No momento, a minha posição deverá continuar sendo a lateral, então, estou tentando trabalhar a minha mente para pegar o mais rapidamente as questões tática e técnica dessa função. Creio que estou me saindo bem e estou muito feliz por isso".

No lado do Paysandu, o técnico Dado Cavalcanti terá mais uma vez os sete desfalques dos jogadores que já defenderam outras equipes no torneio nacional: o goleiro Marcão, o zagueiro Fernando Lombardi, o volante Gilson, os meias Valdívia e Edinho e os atacantes Welinton Júnior e Everaldo, este último lesionado. Em contrapartida, terá a presença do volante Fahel, ausente no Maracanã por cumprir suspensão automática.

Mas, mais do que a ausência e tão difícil quanto o adversário, o Paysandu terá que superar o desgaste físico. Os dois últimos jogos foram no Rio, sendo que no domingo, contra o Botafogo, os jogadores encararam um forte calor às 11 horas da manhã.

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