Dez anos depois, Parmalat volta a patrocinar o Palmeiras

Parmalat e Palmeiras estão novamente juntos. Dez anos depois do encerramento da parceria que teve como ponto alto o título da Copa Libertadores de 1999, o clube anunciou nesta quinta-feira que a empresa italiana estampará a sua marca na camisa do técnico Luiz Felipe Scolari até julho de 2011.

BRUNO WINCKLER, Agência Estado

08 de julho de 2010 | 21h16

O treinador usará três marcas no seu uniforme. A Unimed, que tinha exclusividade do espaço até fevereiro, continuará com a sua marca no peito. A Parmalat ficará nos ombros, e o Banco Banif nas mangas. O acordo com a Parmalat prevê o pagamento de R$ 1 milhão até o fim do contrato.

"É importante deixar claro que o modelo de patrocínio adotado agora é totalmente diferente do daquela outra época. A Parmalat está retornando pela estreita relação que teve com o Palmeiras e a mesma mentalidade vencedora de agregar valores com aquele que é considerado um dos principais clubes do mundo", disse o diretor de marketing Rogério Dezembro.

Nesta sexta, exclusivamente para o amistoso de despedida do Palestra contra o Boca Juniors, a diretoria do Palmeiras fez um acordo especial com a Parmalat e vai estampar a logomarca da empresa nas mangas das camisas de jogo para celebrar o novo patrocínio.

Outro acordo que está prestes a ser fechado pelo clube é com a empresa de telefonia TIM. A companhia italiana quer estampar a marca no número das camisas de jogo. A oferta gira em torno de R$ 1,5 milhão. O contrato deve ser assinado nos próximos dias.

FORA DOS PLANOS - O lateral-direito Figueroa e o atacante Paulo Henrique passaram a treinar separados do elenco nesta quinta. O chileno tem contrato de empréstimo até o fim deste mês, mas não será renovado. Ele deve voltar para o Colo-Colo. Já o atacante, emprestado pela Traffic até dezembro de 2011, será repassado a outro clube.

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