Diego Souza pede duas semanas para adquirir ritmo

Em sua apresentação, jogador diz que está feliz por trabalhar no Palmeiras e que acredita em títulos

16 de janeiro de 2008 | 12h51

O Palmeiras apresentou seus novos reforços para a disputa do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil. O meia-atacante Diego Souza, de 22 anos, e o atacante Jorge Preá, de 24, vestiram nesta quarta-feira a camisa do clube na Academia de Futebol. Eles, no entanto, não atuarão nesta quinta-feira contra o Sertãozinho, na estréia no Campeonato Paulista.  Veja também: Guia do Paulistão 2008 Luiz Henrique ganha a vaga de Caio no Palmeiras Em sua chegada, Diego Souza disse que precisará de cerca de duas semanas para entrar em forma e poder ser utilizado pelo técnico Vanderlei Luxemburgo. "Estou feliz por ter acertado com a equipe, mas sei que não jogo desde a seleção olímpica e vou precisar me preparar." Com contrato até dezembro de 2011, Diego Souza acredita que o Palmeiras conseguirá conquistar títulos nesta temporada - a última taça do clube foi a Série B em 2003. "O Palmeiras está fazendo uma excelente equipe. Como o time já tinha uma base, acredito que chegaremos na luta pelo título em todos os campeonatos que disputarmos." Apesar de ter dito que preferia ficar no Grêmio, Diego Souza contou que a negociação com o Palmeiras foi o melhor para sua carreira. "A decisão ficou na mão do presidente do Benfica [clube com o qual tinha contrato]. Mas gostaria que essa decisão tivesse saído antes para que eu pudesse ter feito a pré-temporada." "O Palmeiras é um time grande, com um grande treinador e sempre está beliscando alguma coisa", conta o jogador. "Sei da responsabilidade e da cobrança que vou ter aqui, mas estou tranqüilo e vou procurar me dedicar. Se repetir o meu desempenho de 2007 [pelo Grêmio], tenho chances de ir para a seleção." PREÁ DEMONSTRA CONFIANÇA Sem os mesmos "holofotes" de Diego Souza, Preá, contratado por empréstimo até o final do ano, disse ser um jogador de bom cabeceio e que ajudará o Palmeiras a marcar gols. "Sou um atleta de área, cabeceador, com muita vontade. Quero disputar um lugar no time e mostrar o meu potencial." Sobre o apelido, Preá contou que ganhou esse nome porque seus amigos diziam que ele "corria que nem um preá [mamífero roedor]". "Eu não gostava do apelido, mas depois pegou e ninguém sabe o meu nome sem o preá".

Tudo o que sabemos sobre:
PalmeirasDiego SouzaJorge Preá

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.