Diego Tardelli e Borja estão na lista para substituir Gabriel Jesus no Palmeiras

Diego Tardelli e Borja estão na lista para substituir Gabriel Jesus no Palmeiras

O primeiro está na China; o segundo foi carrasco do São Paulo na Libertadores

Gonçalo Junior, O Estado de S.Paulo

03 de novembro de 2016 | 07h00

Mesmo com foco na disputa do título brasileiro, a diretoria do Palmeiras já está planejando o elenco do ano que vem. A posição mais importante é o ataque, que perderá Gabriel Jesus para o Manchester City. A diretoria tem uma lista de vários nomes, entre eles, o do colombiano Miguel Borja e o brasileiro Diego Tardelli.

Miguel Ángel Borja, do Atlético Nacional, da Colômbia, foi o carrasco do São Paulo na Copa Libertadores 2016, vencida pelo próprio time colombiano. O atacante chamou atenção após marcar quatro gols nas semifinais da competição diante da equipe do Morumbi. O maior problema de um possível acerto com Borja é a valorização do atacante depois das grandes atuações e os gols na Libertadores e Sul-Americana.

Borja foi revelado pelo Deportivo Cali e passou por clubes de menor expressão, inclusive com passagens pela Itália (Livorno) e Argentina (Club Italia). Foi destaque do Cortuluá no qual fez 19 gols em 22 jogos do Campeonato Colombiano. Chamou atenção do time de Medellín, que o contratou em junho justamente como reforço para a Libertadores por R$ 7 milhões. 

Borja chegou a ser oferecido ao Palmeiras no final do ano passado, mas as negociações não avançaram. A diretoria queria contratá-lo por empréstimo junto ao Santa Fé, dono de seus direitos econômicos, mas o clube só aceitava a negociação por R$ 6 milhões.

Tardelli está insatisfeito na China. O jogador vinha sendo utilizado como titular por Mano Menezes no primeiro semestre e mantido nas primeiras partidas com o alemão Felix Margath. Com a chegada dos atacantes Graziano Pellè e Pappis Cissé, o brasileiro perdeu espaço no grupo e começou a viver uma situação pouco confortável. Ele está praticamente fora dos planos do Shandong Luneng.

Um dos pontos que dificulta a negociação com qualquer clube brasileiro é o salário, da ordem de R$ 2 milhões por mês. Os asiáticos só aceitariam liberá-lo se algum clube pagar a remuneração total do atleta.

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