Rubens Chiri/São Paulo FC
Rubens Chiri/São Paulo FC

Diniz admite pressão no cargo, mas elogia atuação do São Paulo contra o Vasco

Técnico afirma ter gostado do rendimento do time em derrota e minimiza cobrança da torcida

Redação, O Estado de S.Paulo

16 de agosto de 2020 | 20h20

O técnico Fernando Diniz, do São Paulo, afirmou neste domingo, após a derrota por 2 a 1 para o Vasco, pelo Campeonato Brasileiro, que admite sentir a pressão da torcida para deixar o cargo. Porém, ele garante que seguirá no comando do time pois tem notado uma evolução das atuações e considera que o resultado negativo no Rio mostrou boas perspectivas para o restante da temporada.

"A pressão faz parte do futebol. Você está em um time do tamanho do São Paulo. Esse assunto é corriqueiro. Temos de colocar a cabeça no lugar e fazer o que for melhor", disse o treinador em entrevista coletiva virtual. O São Paulo terá como próximo compromisso na temporada o Bahia, no Morumbi, na próxima quinta-feira. Depois, no fim de semana, a equipe viaja para encarar o Sport, no Recife.

Para Diniz, a equipe teve boa apresentação em São Januário por ter criado boas chances de gols. "O time teve um bom rendimento. A gente conseguiu pressionar muito o Vasco. Embora a gente tenha criado, não conseguiu reverter o placar. É muito importante a gente conseguir o resultados. Tivemos uma melhora no rendimento, mas ela precisa vir acompanhada de resultados", comentou. "É importante a gente melhorar a nossa produção, mas vencendo os jogos", afirmou.

O treinador avalia que desde a retomada do calendário, no fim de julho, o São Paulo tem melhorado as atuações pouco a pouco. "O futebol não te garante que você vai ganhar ou o que você vai perder pelo que fez nos treinos. A equipe produziu bem no primeiro tempo (contra o Vasco). A gente está melhorando. Do que começou contra o Red Bull (primeiro jogo após a parada) para cá, a equipe evoluiu", disse.

Para o diretor de futebol do São Paulo, Raí, a equipe tem como desafio recuperar o nível do futebol de antes da paralisação do calendário. "O São Paulo vinha bem antes da pandemia, em uma crescente. Na volta ainda não conseguimos impor o nosso jogo. Recebemos um golpe duríssimo da eliminação contra o Mirassol. No Brasileiro temos de transformar o volume que a gente teve hoje em resultado", afirmou.

Apesar de no jogo anterior o São Paulo ter vencido o Fortaleza, no Morumbi, Diniz avalia que na partida contra o Vasco a equipe demonstrou até mesmo mais características positivas. "A gente teve menos confiança contra o Fortaleza do que hoje (neste domingo). A gente produziu para ganhar o jogo, mas nem fez os gols. Temos um time experiente, com alguns jovens. Precisamos ser firmes e fortes para corrigir o que tem de errado", explicou.

Para o diretor de futebol do São Paulo, Raí, a equipe tem como desafio recuperar o nível do futebol de antes da paralisação do calendário. "O São Paulo vinha bem antes da pandemia, em uma crescente. Na volta ainda não conseguimos impor o nosso jogo. Recebemos um golpe duríssimo da eliminação contra o Mirassol. No Brasileiro temos de transformar o volume que a gente teve hoje em resultado", afirmou.

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