Mailson Santana/Fluminense
Mailson Santana/Fluminense

Diniz vê 'sonolência' do Flu no 1º tempo, mas elogia reação contra o Resende

Equipe tricolor empata por 1 a 1, em jogo válido pela segunda rodada da Taça Rio

Redação, Estadão Conteúdo

01 de março de 2019 | 22h05

O técnico Fernando Diniz analisou o empate do Fluminense com o Resende, por 1 a 1, nesta sexta-feira, pela segunda rodada da Taça Rio, em Moça Bonita. De acordo com o treinador, a equipe carioca entrou no primeiro tempo com "sonolência", mas as alterações feitas no segundo tempo corrigiram o rumo.

"Acho que no primeiro tempo, o time entrou com uma certa sonolência, de maneira dispersa. O Resende, num chute que desviou, fez um gol. Então, o time atuou de maneira que não era para entrar. No segundo tempo, a equipe foi mais aguerrida, com muito mais mobilidade, mais interesse em ganhar. Tem de entrar nos jogos com a mesma concentração do segundo tempo, que tem sido a tônica do time", disse Diniz ao fim da partida.

Ainda no intervalo, o técnico tirou os laterais Ezequiel e Mascarenhas, para colocar o atacante Marcos Calazans e o meia Daniel. Diniz, ainda aos 20 minutos do segundo tempo, trocou o volante Dodi pelo meia Mateus Gonçalves.

"As alterações foram para dar mais amplitude ao time e profundidade ao mesmo tempo, pois ficou o Calazans aberto de um lado, o Everaldo do outro, empurrou o Ganso mais para frente e os zagueiros estavam quase como laterais de apoio. O time ganhou isso no segundo tempo e melhorou. Melhorou, também, a postura tática e bastante a parte emocional", explicou o treinador.

Diniz também relatou as dificuldades que enfrenta por causa dos desfalques do time, ao mesmo tempo em que reforços não param de chegar no decorrer deste segundo turno do Campeonato Carioca.

"Sempre que você não consegue repetir a equipe, perde um pouco de entrosamento, e eu gosto dessa repetição. Temos pouco tempo para treinar, então a falta de entrosamento prejudica. O Léo Santos está chegando agora, o Ganso é o segundo jogo dele, perdemos Airton, Bruno Silva, Digão, mas isso não foi determinante", afirmou Diniz.

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