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Diretor da Juventus pode ser preso

O Ministério Público da Itália pediu pena de prisão aos réus do caso de doping envolvendo a Juventus de Turim. O promotor Raffaele Guariniello, responsável pela investigação que começou em 1998, sugeriu ao juiz do processo três anos e dois meses de cadeia para Riccardo Agricola, médico do clube, e dois anos e um mês para Antonio Giraudo, diretor-geral da atual líder da Primeira Divisão italiana. O veredicto da Justiça é esperado para o fim do ano. Giraudo e Agricola são acusados de fraude esportiva e de dar substâncias proibidas para jogadores da Juventus durante quatro temporadas seguidas - de 1994 a 1998. A investigação começou há seis anos, após denúncias do técnico Zdnek Zeman, que comandava a Roma na época e que hoje treina o Lecce. Os promotores afirmam que diversos jogadores tiveram desempenho estimulado por drogas proibidas, entre elas o hormônio EPO. O clube nega todas as acusações. Os jogadores ou ex-atletas da equipe convocados a depor, entre eles o francês Zinedine Zidane e os italianos Alessandro del Piero e Roberto Baggio, disseram ter seguido as regras do esporte. Zidane, que atuava no clube no período em questão, afirma ter tomado suplementos permitidos. Segundo o advogado da Juventus, Luigi Chiappero, o pedido de prisão era esperado, mas será derrubado pela defesa. "Agora é nossa vez. Nós revelaremos a verdade", afirmou. O atual treinador da equipe, Fabio Capello, também minimizou a atitude do Ministério Público. "Os promotores normalmente exageram. Vamos esperar o veredicto", pondera.

Agencia Estado,

25 de outubro de 2004 | 20h24

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