Mariana Bazo/Reuters
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Diretor da Roma, Totti diz que negociação de Alisson foi 'irrecusável'

Goleiro que defendeu o Brasil na Copa da Rússia foi vendido ao Liverpool por 66 milhões de euros

O Estado de S.Paulo

21 de julho de 2018 | 15h54

Uma das notícias que tomou conta da mídia esportiva na semana após o término da Copa do Mundo da Rússia foi a negociação envolvendo o goleiro Alisson. Com valores de 66 milhões de euros (cerca de R$ 278,6 milhões), o arqueiro trocou a Roma, da Itália, pelo Liverpool, da Inglaterra, e se tornou o jogador mais caro da história na posição.

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Ídolo que hoje ocupa o cargo de diretor esportivo do clube italiano, Francesco Totti lamentou a perda do jogador brasileiro, mas justificou a venda dizendo que a negociação era 'irrecusável', em entrevista à emissora italiana Sky Sport. "Alisson? O mercado de hoje mudou. Este valor todo por um goleiro nunca aconteceu, e não pudemos recusar."

Vale destacar que Alisson não é o primeiro grande nome contratado pelo Liverpool junto à Roma. Em 2017, a equipe comandada por Jürgen Klopp contratou Mohamed Salah, que acabou se tornando um dos principais nomes do clube inglês na temporada.

Se por um lado os torcedores da Roma podem ter ficado chateados com a venda de Alisson, o dinheiro arrecadado com a negociação será destinado para o fortalecimento da equipe, de acordo com o dirigente. "Nós estamos construindo uma jovem equipe para o futuro", explicou Totti. "Nós vamos tentar construir um elenco o mais forte e o mais breve possível, para que assim a Roma possa competir pelo topo", disse o dirigente.

"Desculpem-me por perdermos um dos melhores goleiros do mundo, mas nós tentaremos construir uma equipe forte independente disto", completou. O contrato de Alisson com o Liverpool é válido por seis temporadas e pode ainda render mais 10 milhões de euros (aproximadamente R$ 44,6 milhões) à Roma caso atinja certas metas estabelecidas no acordo.

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