Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Diretor do Palmeiras defende que áudios do VAR sejam divulgados

Alexandre Mattos reclama da atuação de Vinicius Furlan no empate com o São Paulo no sábado

Dani Arruda, especial para a AE, Estadão Conteúdo

31 de março de 2019 | 09h37

O diretor de futebol do Palmeiras, Alexandre Mattos, criticou a atuação do árbitro de vídeo no lance que resultou na anulação de um pênalti marcado a favor do clube alviverde na primeira partida da semifinal do Campeonato Paulista, o empate contra o São Paulo, no Morumbi, no sábado.

O dirigente defendeu que os diálogos entre o árbitro de campo e o de vídeo sejam tornados públicos. "É para que possamos entender o que foi falado, se falou: eu não tenho dúvida de que não foi pênalti, pode vir olhar, ou se falaram tem dúvida, não sei. Na hora, o árbitro foi muito firme", reclama Mattos. Desde a final do Estadual do ano passado o clube tem pedido para que as conversas entre os árbitros sejam divulgadas, com o objetivo de se entender os motivos das decisões tomadas nos lances capitais. 

"Perguntei aos jogadores, eles confirmaram que o árbitro falou que teve convicção de que teve um empurrão do Reinaldo pelas costas. Então, se o árbitro teve convicção, alguém lá em cima tem que ter falado. Por isso o Palmeiras pediu três pontos, um deles foi escutar o áudio", afirma o dirigente.

No lance, ocorrido aos 37 minutos da etapa inicial, o atacante Dudu caiu dentro da área após uma disputa com o são-paulino Reinaldo. O árbitro anotou a penalidade, mas, depois de consultar ao VAR, voltou atrás na decisão.

"É uma situação técnica. Fiz questão de escutar os especialistas, comentaristas de arbitragem. Era um lance interpretativo. A força que o Reinaldo bateu no Dudu é suficiente para derrubá-lo", analisa o diretor de futebol do Palmeiras.

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