Diretor do Santos reclama de punições

Giovanni poderia ter pego uma suspensão de um a dois anos, mas ficará apenas cinco partidas fora dos campos. Essa decisão, entretanto, não agradou o diretor de futebol do Santos, Francisco Lopes, que esperava a absolvição do atleta. "Se ele incitou o torcedor, como o árbitro disse, por que não foi expulso?". Para o dirigente, o ato de Giovanni foi de inconformismo. "Ele estava aborrecido e desabafou daquela forma, não em cima do juiz ou de qualquer pessoa. Ele não ofendeu nem agrediu ninguém".A suspensão do goleiro Saulo também não era esperada por Francisco Lopes. "Se ele tivesse feito alguma coisa, deveria ter levado cartão amarelo e isso não aconteceu", disse. Em relação à agressão de Luizão, o dirigente não comentou. Preferiu reclamar da interdição da Vila Belmiro. "O torcedor que assistiu ao primeiro clássico foi lesado, porque o jogo não teve validade, haveria invasão de campo em qualquer estádio e teria ocorrido o mesmo com a torcida do Corinthians se a situação fosse invertida." Francisco Lopes até comentou que "do jeito que as coisas andam, vão querer que o jogo seja disputado num aquário". Para ele, "a Vila é um dos melhores estádios do País pelos investimentos que o clube vem realizando."

Agencia Estado,

21 de outubro de 2005 | 20h19

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