Werther Santana/Estadão
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Diretor do São Paulo descarta desmanche: 'Se sair, vamos repor à altura'

Vinicius Pinotti afirma que abertura da janela europeia de transferências, nesta sexta-feira, não irá desfalcar elenco

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

09 de junho de 2017 | 07h00

A janela de transferência para alguns países da Europa abre nesta sexta-feira e o executivo de futebol do São Paulo, Vinicius Pinotti, avisou que o clube não vai abrir mão de seu elenco. "Não tem chance de desmanche, tem chance de idas e vindas. O São Paulo é um grande vendedor no futebol brasileiro, que produz muitos talentos. Mas se a gente perder, vamos repor à altura ou mais ainda", explicou.

Desde que acabou a temporada europeia, o São Paulo já perdeu Luiz Araújo, que foi contratado pelo Lille, da França. E outros jogadores estão sendo sondados, como Rodrigo Caio, Thiago Mendes, Junior Tavares, Cueva e Pratto, entre outros. Mas Pinotti garante que a prioridade é manter a equipe para o clube voltar a conquistar títulos.

"Estamos muito focados em voltar a ganhar, esse é nosso objetivo, então não vai haver desmanche, e se houver alguma saída ela será reposta. Isso se não trouxermos antes de vender. Infelizmente na nossa situação de Brasil, frente à Europa, tem de levar em conta que a gente pode perder jogador, não tem jeito. Mas repito que não haverá desmanche", afirmou.

O técnico Rogério Ceni também não quer saber de perder jogadores. Historicamente, a janela de transferências no meio do ano costuma ser mais forte e mais rentável para os clubes brasileiros do que a de final de ano. E como marca o início da temporada seguinte na Europa, os clubes estrangeiros se planejam para buscar as peças que precisam no elenco.

"Temos de analisar bastante o que a gente quer para o campeonato. Já tivemos a saída de três jogadores, o Lyanco, o David Neres e o Luiz Araújo, e muitos falam do Rodrigo Caio. Não sei como anda a parte financeira do clube, não sei quais são as necessidades, mas temos de tentar segurar o máximo possível de jogadores. Se for necessária uma venda, que a gente consiga fazer na posição que a gente mais tem atletas", argumentou.

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