Diretor do Sapesp diz ser agredido por dirigente do Marília

Dirigente do Sindicato dos Atletas de São Paulo denuncia vice-presidente do clube, que teria dado um soco em seu peito

Estadão Conteúdo

25 de fevereiro de 2015 | 13h00

O diretor de relacionamentos do Sindicato de Atletas Profissionais do Estado de São Paulo (Sapesp), Mauro da Costa, alega ter sido agredido pelo vice-presidente do Marília, Antônio Carlos de Souza Vieira (o ''Sojinha''), quando foi à sede do clube, sexta-feira passada, para cobrar da diretoria o pagamento de salários atrasados.

"É um absurdo que isso aconteça, ele entrou me mandou calar a boca e me deu um tapa no celular, que estava na minha mão, e outro no peito. Estamos lutando por um direito do atleta, que é dever do clube, não podemos ser tratados dessa forma", reclamou o sindicalista.

O Marília vive uma guerra de bastidores, com a empresa Sprimg Sport e a diretoria eleita do Marília Atlético Clube disputando nos tribunais a administração do clube. Na sexta-feira, legalmente, a Sprimg estava à frente do clube, mas na última terça-feira, Ednaldo Souza voltou à presidência.

Por conta desta disputa, a cota de televisão do Marília estava bloqueada na Justiça, o que fez com que o clube não conseguisse honrar com seus compromissos trabalhistas. De acordo com Sapesp, os jogadores estão com salários atrasados desde novembro do ano passado.

Ainda segundo o sindicato, a folha de salários do clube gira em torno de R$ 350 mil, valor aproximado de cada uma das três parcelas da cota da TV que estão bloqueadas. O Marília, que reestreia no Paulistão nesta temporada, tem a pior campanha do Estadual, com um ponto em seis jogos. A equipe é lanterna do Grupo C.

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