Reprodução/Instagram
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Diretora do COL polemiza em rede social: 'O que tinha de ser roubado já foi'

Joana Havelange compartilha imagem contrária às manifestações antes do Mundial

O Estado de S. Paulo

27 de maio de 2014 | 14h03

SÃO PAULO - As críticas à organização da Copa do Mundo não param. Dessa vez, quem divulgou a sua insatisfação com o Mundial e as manifestações da população foi Joana Havelange, diretora do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo, que também é filha de Ricardo Teixeira e neta de João Havelange, ambos ex-presidentes da CBF.

"Não apoio, não compartilho e não vestirei preto em dia nenhum de jogo do Mundial. Quero que a Copa aconteça da melhor forma. Não vou torcer contra, até porque o que tinha que ser gasto, roubado, já foi. Se fosse para protestar, que tivesse sido feito antes. Eu quero mais é que quem chegue de fora, veja um Brasil que sabe receber, que sabe ser gentil. Quero que quem chegue, queira voltar. Quero ver um Brasil lindo. Meu protesto contra a Copa será nas eleições. Outra coisa, destruir o que temos hoje, não mudará o que será feito amanhã", compartilhou ela com seus seguidores no Instagram.

A declaração, bastante popular nas redes sociais, sendo vista também nos perfis de alguns famosos, como Carol Portaluppi, filha do técnico Renato Gaúcho e do ator Eri Johnson, ganha proporção devido à ligação de Joana com a organização da Copa e gera dúvidas de como foi feita a preparação para a Copa do Mundo.

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