Diretoria da Ponte Preta descarta retorno do meia Renato Cajá

Santa Cruz e Santos estariam interessados no jogador

Estadão Conteúdo

22 de abril de 2016 | 18h58

O sonho da Ponte Preta em ter Renato Cajá pela quarta vez vestindo sua camisa 10 virou pó. Os dirigentes praticamente desistiram de insistir na negociação e ficaram preocupados com a divulgação de que a proposta oferecida a ele seria de R$ 300 mil por mês. Santa Cruz, Santos e outro time brasileiro estariam interessados em seu futebol.

"Nós conversamos com o Cláudio Guadagno, que é o procurador do atleta, lá no Rio de Janeiro. Mas não fizemos esta proposta. Simplesmente manifestamos o interesse em tê-lo se houvesse alguma alternativa economicamente viável", garantiu o supervisor Gustavo Bueno. O dirigente fez questão de garantir que o clube de Campinas não vai entrar "em nenhum tipo de leilão". E prometeu trabalhar dentro da realidade da Ponte. As negociações se tornaram oficiais após a rescisão do atleta com o Sharjah FC, dos Emirados Árabes.

IDAS E VINDAS

O atacante Roger, artilheiro do Paulistão com 11 gols pelo Red Bull Brasil, foi apresentado oficialmente nesta sexta-feira, embora já tivesse sido confirmado. Aos 31 anos, ele fará sua quarta passagem pela Ponte Preta, onde começou a carreira. Ele garantiu estar "mais maduro" e satisfeito em atuar em Campinas. Disse que respeita muito o clube. Sua família mora toda na cidade.

O zagueiro Renato Chaves deve ser apresentado nos próximos dias. Ele volta do Fluminense, onde atuou ano passado. Wellington, emprestado pelo Palmeiras, e Ferron podem deixar o elenco. O clube não deve, em princípio, buscar novo goleiro, apostando nos atuais do elenco e que comprometeram o time em vários jogos no Paulistão. Os goleiros são João Carlos, Matheus e César, vindo do Flamengo.

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