Diretoria da Portuguesa busca saída para superar a penhora do Canindé

Os problemas extracampo continuam dividindo as atenções da diretoria da Portuguesa. Nesta segunda-feira, os dirigentes fizeram uma reunião com o departamento jurídico para discutir a penhora do Complexo do Canindé, conforme determinado pelo Tribunal Regional do Trabalho da Segunda Região, na última sexta.

Estadão Conteúdo

25 de maio de 2015 | 21h24

O presidente Jorge Manuel Marques Gonçalves e outros dirigentes analisam com o departamento jurídico uma estratégia com o fim de reverter a decisão da magistratura. A diretoria tenta convencer a Justiça de que o terreno de 42 mil metros quadrados vale mais do que fora avaliado por peritos: R$ 123,5 milhões. O local inclui a parte do parque polo-esportivo, mas não inclui o estádio.

Até agora, as sustentações não tiveram efeito. A Ação Trabalhista é referente a um processo do ex-jogador Tiago de Moraes Barcellos. Ela tramita no TRT-2 desde 2002. Neste período, as partes chegaram a um acordo para saldar a dívida requerida, mas a Portuguesa pagou só metade, o que levou a ação novamente à análise.

A penhora do terreno pela Justiça Trabalhista impediu que o clube transacionasse esse bem, com vistas a garantir o pagamento do crédito. Na matrícula individual do bem, inclusive, consta a pendência judicial.

REAPRESENTAÇÃO - O elenco da Portuguesa se reapresentou nesta segunda-feira e trabalhou em dois períodos no Centro de Treinamento do Parque Ecológico. No último sábado, o time só empatou com o Brasil-RS por 1 a 1, no estádio do Pacaembu, e seguiu sem vencer no Campeonato Brasileiro da Série C. O próximo compromisso acontece neste sábado contra o Madureira, às 15 horas, no Rio.

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