Diretoria do Guarani aposta em Farah

A diretoria do Guarani garante desconhecer qualquer mudança no calendário quadrienal apresentado pela CBF há dois meses, quando o clube acabou incluído no Torneio Rio-São Paulo do próximo ano. Nesta sexta-feira, os dirigentes reafirmaram a total confiança no presidente da Federação Paulista, Eduardo José Farah, que garantiu a presença do time na competição e a anulação de seu rebaixamento para a Série A-2, ao lado do Mogi Mirim. Os dois clubes foram os últimos colocados do Paulistão e, pelo regulamento, seriam obrigados a disputar a Série A-2 - segunda divisão - na próxima temporada. A criação do novo modelo do Rio-São Paulo, com a participação de 16 clubes, livraria o Guarani do vexame do rebaixamento, fato inédito desde seu acesso em 1949. O quadro, porém, está mudando no Rio de Janeiro, onde as Federações pressionam a CBF para restabelecer a força dos campeonatos estaduais com a participação dos grandes clubes. "Não acreditamos numa mudança agora", garantiu Milton Fernandes, diretor do Guarani. No clube, agora, o assunto, embora ameaçador, é secundário. A preocupação de momento é tirar o time da última posição dentro do Campeonato Brasileiro. O técnico Luiz Carlos Ferreira comanda os treinos do time em Jarinu, região de Jundiaí, para livrar os jogadores da pressão natural do Brinco de Ouro. Existe a promessa do técnico de conseguir a primeira vitória contra o Internacional-RS, domingo, em Campinas. A principal novidade do time será a estréia do lateral Nelsinho, ex-São Caetano, por causa das contusões de Luciano Baiano e Rafael. O experiente meia Caio deve ser opção no banco de reservas e o atacante Marcinho pode retomar a condição de titular ao lado de Cléber, ex-Portuguesa, que estreou na derrota para o Juventude, por 1 a 0. O Guarani é lanterna do Brasileiro com apenas um ponto em seis jogos.

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