Daniel Teixeira / Estadão
Daniel Teixeira / Estadão

Diretoria do São Paulo quer acelerar compra de Jucilei

Direitos econômicos do volante pertencem ao Shandong Luneng; vontade do jogador é permanecer

Gonçalo Junior, Estadão Conteúdo

21 de julho de 2017 | 11h06

Entre as 18 contratações para esta temporada, a diretoria do São Paulo considera a do volante Jucilei uma das mais bem-sucedidas. Atleta que mais atuou neste ano ao lado do goleiro Renan Ribeiro, o ex-corintiano foi aplaudido até nos momentos mais críticos da campanha até agora, como no empate por 2 a 2 diante do Atlético-GO, no Morumbi, quando os 30 mil espectadores gritaram o nome do jogador ainda no primeiro tempo.

Esse desempenho faz a diretoria se movimentar para não perder o jogador, que está emprestado até o final do ano pelo Shandong Luneng, da China. Há duas semanas, a diretoria se reuniu com o empresário Nick Arcuri, representante de Jucilei, para pensar em uma estratégia para as negociações. Nos últimos dias, os dirigentes reforçaram o interesse na contratação e mostraram preocupação com o assédio de outros clubes.

Os chineses só aceitam liberar o atleta em caso de compra, negando novo empréstimo. Não há preço estipulado em contrato pelos seus direitos. A negociação pela permanência de Jucilei não deve se concretizar de forma rápida, já que os chineses não costumam facilitar nas conversas.

O jogador quer permanecer no Brasil. Conta a seu favor o fato de ele estar morando com sua esposa e filhos em São Paulo. Além disso, o volante está próximo da sua cidade natal, São Gonçalo, no Rio de Janeiro. Na China, só estavam com ele um primo, um amigo e um cozinheiro. É comum vê-lo acompanhado dos filhos Kauan e Robert nos treinamentos no CT da Barra Funda.

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