Diretoria do São Paulo se diz satisfeita com contratações feitas

'O nosso planejamento foi bem executado. Agora só contrataremos se aparecer um bom negócio', diz diretor

Marcius Azevedo, Jornal da Tarde

31 de dezembro de 2008 | 12h18

O Natal do são-paulino foi gordo. Foram contratados os laterais Wagner Diniz e Junior Cesar, o zagueiro Renato Silva, os volantes Eduardo Costa e Arouca (falta definir se ele chega em janeiro ou abril) e o atacante Washington. O Ano Novo, porém, será sem presente. A diretoria se diz satisfeita com o que trouxe e agora só virá mais alguém se aparecer uma oportunidade imperdível.Veja também:Zé Luís faz recuperação durante as férias no São PauloConmebol revela datas e horários da LibertadoresConfira as novidades do mercado do futebol Paulistão 2009 - Tabela Dê seu palpite no Bolão Vip do Limão  "O nosso planejamento foi bem executado. Agora só contrataremos se aparecer um bom negócio. Claro que isso pode acontecer em janeiro, fevereiro, março... Mas posso garantir que não estamos atrás de ninguém. Estamos satisfeitos, contratamos o que pensamos ser suficiente", afirmou o diretor de futebol João Paulo de Jesus Lopes.O mesmo discurso adotou o presidente Juvenal Juvêncio. "Não acho que precisamos trazer mais ninguém. Já temos o fundamental". Ele descartou contratar o tão sonhado meia e reforçou sua confiança no trabalho do técnico Muricy Ramalho para que o time que montou funcione em campo.Dos seis reforços, apenas Arouca ainda não está garantido para janeiro. O coordenador de futebol do Fluminense, Alexandre Faria, não gostou dos jogadores oferecidos pelo São Paulo (o atacante Roger, o volante Renan e mais dois garotos da base) para ficar com o volante antes do final do contrato, em abril. Uma nova conversa está agendada para o começo de 2009."O São Paulo não atingiu o que o Fluminense pretende. Se isso acontecer, o Arouca se apresenta lá em janeiro. Caso contrário, nós esperamos o jogador dia 5 nas Laranjeiras para cumprir o contrato", disse Alexandre. João Paulo está otimista. "Vamos nos entender".O diretor de futebol também ratificou a posição de jogar o Paulistão com força máxima. "O nosso problema é com a administração da Federação, e não com o campeonato. A nossa torcida também quer ver o time brigar por mais um título".

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