Rubens Chiri / São Paulo FC
Rubens Chiri / São Paulo FC

Diretoria do São Paulo se revolta com a arbitragem e é contida pela polícia

Raí, Lugano e outros dirigentes tentaram se aproximar do juiz Douglas Marques das Flores no túnel para o vestiário

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

15 de fevereiro de 2020 | 22h38

Membros da diretoria do São Paulo foram contidos pela Polícia Militar (PM) na noite deste sábado enquanto reclamavam com o árbitro Douglas Marques das Flores após o empate por 0 a 0 com o Corinthians, no Morumbi, pelo Campeonato Paulista.

Os dirigentes encontraram o juiz no túnel para o vestiário e questionaram principalmente a não marcação de um pênalti de Camacho em Igor Gomes já nos minutos finais.

O diretor de futebol Raí, o diretor de relações institucionais Diego Lugano, o gerente de futebol Alexandre Pássaro e o diretor adjunto de futebol Fernando Ambrogi, o Chapecó, estavam bastante exaltados.

Segundo imagens da ESPN, o grupo de são-paulinos tentou se aproximar do árbitro enquanto ele se dirigia rumo ao vestiário. Policiais acompanharam a discussão e fizeram a segurança do juiz.

O mais exaltado foi Lugano. Pelas imagens da televisão, o uruguaio é quem mais xinga e tenta se aproximar do árbitro. Depois da partida, Raí voltou a reclamar da atuação do árbitro. "Estamos sendo roubados dentro de casa", disse. O São Paulo já chegou a fazer uma queixa formal à Federação Paulista de Futebol neste ano após a partida contra o Novorizontino, quando o time teve dois gols anulados.

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