Diretoria respalda lei do silêncio imposta por Felipão

Segundo vice-presidente Roberto Frizzo, decisão serve para momento de 'reflexão' do elenco alviverde

DANIEL AKSTEIN BATISTA, Agência Estado

27 de setembro de 2011 | 17h37

O presidente doPalmeiras, Arnaldo Tirone, e o vice-presidente de futebol do clube, Roberto Frizzo, estiveram na tarde desta terça-feira na Academia de Futebol. Fizeram uma reunião de cerca de 20 minutos com Luiz Felipe Scolari e, depois da conversa, respaldaram publicamente a decisão do treinador de decretar a lei do silêncio no elenco palmeirense - segundo a medida anunciada um pouco antes, nenhum jogador e nem o próprio Felipão irão dar entrevistas até o jogo com o América-MG no sábado.

Tirone não quis falar com a imprensa depois da reunião desta terça-feira com Felipão e deixou o local rapidamente. Mas Frizzo, mesmo mostrando alguma irritação, deu entrevista. Ele explicou que a decisão de decretar a lei do silêncio foi tomada "em conjunto", com a anuência da direção palmeirense, e respaldou a medida radical adotada pelo treinador. "É um momento de reflexão. Quando vocês (jornalistas) precisam refletir, também ficam em silêncio", afirmou o vice-presidente.

A queda de produção do time e os seguidos problemas internos estão provocando turbulência no Palmeiras. E, diante de declarações polêmicas de alguns jogadores, Felipão resolveu decretar a lei do silêncio. Assim, ele espera ter mais tranquilidade na preparação para a próxima rodada do Brasileirão: o jogo contra o lanterna América-MG acontece na noite de sábado, no Canindé, em São Paulo.

Tudo o que sabemos sobre:
futebolPalmeirasFelipão

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.