Dirigente adversário motiva Palmeiras

O Palmeiras tenta acabar com duas indigestas marcas nesta quarta-feira, no Canindé, para chegar à decisão do Supercampeonato Paulista. Vencer o São Paulo por três gols de diferença, placar ainda não registrado pelo time em jogos oficiais este ano e foi anotado contra os são-paulinos pela última vez somente há 10 anos, no Paulista de 1992, nos 3 a 0 sobre o supertime de Telê Santana. A missão é difícil, mas os jogadores encontraram uma motivação para quererem ?atropelar? o adversário. As infelizes declarações do diretor de Futebol do São Paulo, Carlos Augusto Barros e Silva, que disse estar preparando a festa para a despedida do atacante França na decisão do campeonato. ?Ele desrespeitou a instituição Palmeiras, não foi legal pela história do clube, mas de certo modo nos deu mais motivação, vamos entrar com tudo?, disse o volante Magrão. ?Clássico é decidido dentro do campo e este confronto ainda não acabou, restam 90 minutos. Engana-se quem pensa que estamos temendo o São Paulo, eles não são este bicho papão que todos dizem.? O zagueiro Alexandre também ficou bastante irritado com as declarações do dirigente rival. ?Quero ver se ele trabalha o tanto quanto fala.? O técnico Vanderlei Luxemburgo preferiu não entrar em atrito. ?Isso é coisa de dirigentes, vê se algum profissional falou sobre o assunto. O Oswaldo (de Oliveira, técnico do São Paulo) e os jogadores nos respeitam muito.? Mas cutucou. ?O São Paulo tem boa vantagem, mas não significa que já passou. Às vezes, pensamos que já ganhamos e acabamos surpreendidos.?

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