Dirigente argentino nega suborno para votar no Catar

O presidente da Associação de Futebol Argentino, Julio Grondona, negou nesta segunda-feira a versão do diário The Wall Street Journal segundo a qual se falou em pagar para a entidade US$ 78 milhões em troca do seu voto a favor do Catar para ser a sede da Copa do Mundo de 2022.

AE-AP, Agência Estado

06 de dezembro de 2010 | 15h10

"É uma invenção, são especialistas nisso", afirmou Grondona. O dirigente, que é um dos vice-presidentes da Fifa e membro do seu comitê executivo, disse que 50 anos como dirigente "não se jogam ao mar, ninguém tem a noção do que significa isso", reclamou. "A votação das sedes dos próximos mundiais foi feita com total seriedade. Mas a Fifa é muito poderosa, então o ciúme e a inveja prejudicam os homens que estão à frente das coisas".

O dirigente relacionou a publicação da acusação com o fracasso das candidaturas da Inglaterra para a Copa de 2018 e dos Estados Unidos para o Mundial de 2022. Rússia e Catar foram escolhidos para receber o evento em 2018 e 2022, respectivamente. "Se sentem mal, estão acostumados a ganhar sempre, como for".

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