Dirigente de clube polonês sofre ameaças após eliminação

Marta Ostrowska é acusada de ser responsável pela entrada de campo de um atleta que não poderia atuar na Liga dos Campeões

O Estado de S. Paulo

12 de agosto de 2014 | 13h04

A escalação irregular pode virar caso de polícia na Europa. Marta Ostrowska, dirigente do Legia Varsóvia, da Polônia, revelou estar sendo ameaçada de morte por torcedores após a punição do clube, que foi excluído da Liga dos Campeões após utilizar um jogador que não poderia estar em campo.

"Por mais de uma vez o clube recebeu ligações de pessoas pedindo informações sobre o meu endereço. Me senti ameaçada. Eu e minha filha fomos aconselhados a deixar Varsóvia por alguns dias", declarou Ostrowska ao diário Daily Record, admitindo ser responsável pelo erro na escalação de Bereszynski, que entrou em campo nos minutos finais do segundo jogo contra o Celtic, quando o Legia venceu por 2 a 0 e "selou" sua vaga na última fase de playoffs do maior torneio de clubes da Europa.

Poucos dias após isso, o clube foi punido e perdeu a classificação, que acabou ficando com o Celtic, que, na próxima fase, enfrenta o Maribor, da Eslovênia. Apesar da decisão já ter sido tomada, o Legia Varsóvia continua tentando recorrer do caso.

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