Dirigente do Clube dos 13 diz que entidade é democrática

'Não é a primeira vez que o Flamengo faz isso', diz Fernando Carvalho sobre o abandono do clube carioca

Leonardo Maia, Agência Estado

19 de outubro de 2007 | 20h27

O vice-presidente do Clube dos 13, Fernando Carvalho, defendeu o presidente Fábio Koff, acusado pelos clubes dissidentes - Flamengo, São Paulo, Botafogo, Cruzeiro e Atlético Mineiro - de comandar uma "ditadura". "Não é a primeira vez que o Flamengo faz isso. O Clube é totalmente democrático. Dos 20 membros, 15 aprovaram o estatuto. Quer mais democrático do que isso?", disse Carvalho, sobre a votação de terça-feira que foi o estopim para o racha, liderado pelo presidente do Flamengo, Márcio Braga. Veja também:  Flamengo anuncia afastamento de dissidentes do Clube dos 13 "Se eles quiserem negociar os contratos de TV separadamente, têm todo o direito", comentou Carvalho, acrescentando que, se os clubes dissidentes apresentarem-se para a eleição à presidência da entidade e indicarem um nome, não haverá qualquer impedimento. "Eles poderão participar tranqüilamente, sem qualquer restrição. Se apresentarem um candidato, ele participará da eleição normalmente", disse o ex-presidente do Internacional.

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